Wild World - Histórias: Uma Fanfic Qualquer - Capítulo 1: Parte II

25 junho, 2015

Uma Fanfic Qualquer - Capítulo 1: Parte II

OOOOOOEEEEEEEE!!! TUDO BEM?

Cês: çin


Finalmente acabaram de pintar minha casa <3 Tô feliz porque finalmente meu quarto parece de uma garota doente de 12 anos. Ele era pintado de rosa- bebê @_@ Agora é lilás escuro *u*

E eu tô realmente viciada em Team Fortress 2.

Sério.

Muito.

MUITO.

EU APRENDI À JOGAR COM O SPY MAN, CÊS TEM NOÇÃO DISSO? não

Scout sempai, tu na1 tem pai, me note

E também fiquei passando a maior parte dos dias que eu estive fora esperando para postar novamente vendo vídeos da Saxxy Awards no youtube pelo celular. Pra quem não sabe, isso é uma competição de animações feitas no software Source Filmmaker sobre o TF2. São divididas em drama, ação e comédia, e eu tô muito feels porque assisti todas da classe drama, socorr

WHATEVER, ninguém perguntou então bora pro vídeo pra segunda parte do primeiro capítulo (?) de UFQ ~~ <3

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- À propózito, - ela sorriu – meu nome é Aishley.
   Logo, os 3 estavam no elevador, descendo e descendo andares.

~x~

   Quando a porta finalmente se abriu, a única coisa que Idan vira era pessoas andando rapidamente pelo corredor largo, parecidos com os de um hospital. Um homem com um jaleco bem largo, que esperava em frente ao elevador, se aproximou do cadeirante, anotando mil coisas em um papel preso em uma prancheta.
   - Rion, as coisas realmente não sairam como o planejado. – a voz dele era completamente trêmula.
   - Percebi. – o outro mal acabara de falar e Rion disse rapidamente. Logo, ele saiu do elevador, seguindo a direção da maioria das pessoas. O outro o seguiu, com passos largos. Rion parecia estar nervoso com ele, falando alto. Mas Idan estava atordoado demais para pensar em decifrar palavras que, para ele, não passavam de balbucios de uma língua desconhecida. Aos poucos, a visão dele escurecia, e uma ânsia de vômito estava fazendo-o ficar tonto.
   A última coisa que ele ouviu foi a voz estridente de Aishley gritando alguém, que rapidamente chegou e segurou com força o braço dele, depois tudo o que ele ouvia, ou ao menos conseguia distinguir, era um zumbido. Um tapa forte o fez abrir os olhos, vendo o rosto de um garoto nitidamente por apenas alguns momentos, que depois se desmanchou.
   - Não durma! – ele ouviu ao longe. Isso realmente serviu para ele tentar movimentar o braço, que ainda estava apoiado na nuca de Aishley. Sem sucesso, abriu e fechou os punhos, tentando dar sinal de que havia captado o recado.
   Sentindo-se completamente leve, ele mal sentia seus pés se arrastando no chão liso dos corredores. Mal sentia os tremores vindo do térreo, uns 5 andares à cima de sua cabeça. Uma luz cegante fez seus olhos arderem e lacrimejarem. Ele mal estava com os olhos abertos, logo quando toda a sensibilidade dele desapareceu, ele abriu-os, e estava em um local branco, totalmente branco. Não branco extremamente forte como era a luz que ele havia visto, mas sim um branco tranquilizador, algo que ele podia ficar observando por horas.
   Idan sentiu suas pernas, logo seus braços, e depois o resto do corpo. Nada doía, e ele estava de pé.
   Mas o que...
   Perdido em pensamentos confusos, ele observou ao redor. Não conseguia ficar aflito, de alguma forma, se sentia em um lugar acolhedor, com uma atmosfera tão calma que nenhuma ira poderia afetá-la. Um ressoar de batida de relógio ecoou. Virou-se para trás e viu um relógio de cuco, apontando para as exatas 11:57.
   - Sua mente. É sua, só sua, com pensamentos só seus. – uma voz feminina disse.
   - Isso é uma...
   - Charada? Metáfora? Parábola? Você decide. – ela interrompeu-o.
   - Estou na minha mente, certo? – decifrou.
   - Você decide isso também. – Idan fechou a cara. Ela parecia estar teimando com ele, algo que ele odiava.
   - Se estou nela, por que está tão... Vazia? – ele observou o relógio, que emitia os sons do ponteiro, mas não se movimentava. Os acabamentos eram bem feitos e era tudo feito de madeira, com detalhes dourados.
   - Porque está na hora. Você morrerá.
  O que?!
   Idan engasgou. Poderia ter desejado que sua vida acabasse antes, quando estava , ou qualquer outra coisa para acabar com aquilo, mas não havia parado para pensar em uma possibilidade disso realmente acontecer. É impossível algo assim acontecer. Impossível. Ou talvez era impossível. Pois bem, aquilo era possível, fim.
   - E-eu não quero! – ele gaguejou, com os olhos imundados. As lágrimas aflitas não tardaram para descer.
   - Você só tem 3 minutos de vida. O que fará? – a voz que parecia gentil se tornou fria. Fria por não expressar nenhum sentimento por Idan, que estava em prantos.
   - Mais uma chance! – falou, sem pensar. Ele não queria morrer. Ele não estava preparado.
   Sentiu algo quente dentro dele, subindo até a boca. Ele abriu-a, como se fosse vomitar, mas nada saiu. Aquele calor tomou conta de todo o seu corpo, ele sentiu que iria explodir, mas não aconteceu.
   Sentiu-se leve novamente.
  Berrando, ele acordou, pulando da maca e segurando na primeira coisa que tocou para se segurar. Sentiu algo macio, mas foi surpreendido por um grito, e empurrou a mão dele para longe, quase derrubando-o para o outro lado.
   - Tarado!!! – a voz familiar exclamou. Idan lembrou-se da ruiva, que salvara a sua vida mais cedo, e teve certeza que foi ela quem falou. Virando a cabeça para vê-la, viu ela arrumando o terno. Identificou o marrotado causado por sua mão na área do seio esquerdo. Associou uma coisa com a outra e...
   - D-desculpa! – disse, corado.
   - Ui, shippei! – um garoto louro com olhos cor de âmbar se aproximou de Idan, com os braços cruzados e um sorrido de lado sarcástico. – Meu nome é Wen. Estas são Asusa e Aishley, e o Sirius e a Liza tão pelo o menos fazer cócegas naquele ser. – Wen era 10 centímetros mais alto que ele e usava uma blusa branca e um colete preto, com gravata da mesma cor com calça e tênis de cano alto preto, estava charmoso. Seu sorriso desapareceu, formando um bico de lado meio engraçado. – Mentira, eles devem estar dando um rolezinho no parquinho enquanto a gente tá aqui em baixo. Você sabe que estamos mortos, hm?
   - Mas que p... - Idan avançou com o tronco para a frente, mas logo foi interrompido por uma dor na região lombar, que forçou-o à por as duas mãos no local e deitar novamente.
   - Calma, foi maneira de dizer! – ele deu algumas gargalhadas, depois pigarreou – Pelo o visto acho que já aconteceu com você... Já descobriu suas Perícias?
   O olhar confuso de Idan fez Wen cerrar os punhos e bater com força na parede, assustando o menor. As outras duas ficaram visivelmente bem transtornadas. Idan ficou sem graça e culpado ao mesmo tempo, queria ter conversado mais com aquela voz, para ela ter esclarecido suas muitas dúvidas, que se multiplicavam ao passar do tempo;“por que estou aqui? O que tem de especial em mim? Por que fui atacado? O que vocês querem de mim? Pra onde irão me levar? Cadê minha família?”, eram só algumas delas.
   - Eu... Eu na verdade – ele gaguejou – ouvi uma voz. Eu vi um relógio que emitia luzes, como se fosse um vitral. Eu estava em um lugar todo branco. Foi estranho. – ele fez uma pausa para se acomodar na maca – O que isso significa? – Idan pensou que o que ele disse iria acalma-los, e também que eles sabiam muito bem do que se tratava. Aishley resolveu pronunciar-se:
   - Então quer dizer que você foi “interrompido”?
   - Se essa é a palavra certa para falar... Então sim. – ele olhou para Wen e Asusa, que estavam com o cenho franzido.
   A porta abriu-se de uma vez, fazendo os quatro virar a cabeça de uma vez em direção da tal. Era Rion com outra jovem de cabelos caju púrpura lisos com babyliss natural. Ela tinha reluzentes olhos vemelhos, e estava com um moletom preto com algumas coisas escritas em inglês amarrado na cintura e com uma blusa branca com silhuetas de rosas estampadas em vermelho. Estava de calça jeans, como a maioria ali. O que Idan realmente achou nojento era que ela, dos tênis ao cabelo, estavam sujos de sangue. Ele era muito sensível com sangue, mal mal via e ficava tonto e enjoado. Logo desviou o olhar para baixo. Ela entrou, mas Rion ficou na porta.
   - Essa aí é a Liza, Idan. – Wen disse – Cuja a TPM nunca acaba. – ele riu, sarcasticamente.
   - Idan, venha conosco, vamos ir para nossa casa. – ignorando completamente Wen e seus comentários desnecessários, Liza pegou 2 muletas no canto da sala e entregou para Idan, que logo desceu da maca e tentou ficar de pé – Conseguimos fazer aquela doida ficar pelo o menos desacordada. Vamos levá-la para pesquisas. Ela talvez tenha sofrido alguma alteração durante a cirugia, por isso ficou daquele jeito. – Idan percebeu que Liza estava falando com ou outros, que já andavam apressadamente em direção à porta. Ele fez como eles, e, logo os 6 estavam nos corredores. Idan só os seguia, já que não sabia de nada do que estava acontecendo.
   - Vocês enlouqueceram?! – Asusa passou por Idan para ficar ao lado de Rion e Liza, que estavam à frente – Ela via matar todos nós e destruir tudo!
   - Olhe a lógica, Asusa. Lá temos equipamentos de alta tecnologia, eles são mais que suficientes para neutraliza-la por completo. Os daqui são bem mais precários e não têm suporte mágico.
   - Mas você não acha que é melhor prevenir? – Asusa fechou a cara. Em nenhum momento Rion olhou para ela, e ele estava com uma expressão indiferente.
   - Não. – respondeu, simplesmente, fazendo a ruiva parar por um momento e ficar indiguinada.
   Por alguns segundos, eles andaram em silêncio. Idan logo percebeu que todas as outras pessoas estavam indo para a mesma direção. Logo perguntou:
   - Para onde vamos? – ele olhou para Wen, que estava ao seu lado.
   - Para outro mundo! – ele pareceu sarcástico, mas Idan não teve muitas dúvidas; já tinha acontecido tanta coisa com ele que ele não duvidava de mais nada. Arqueou as sobrancelhas, e o loiro olhou para ele, bufando. Continuou – Vamos para o local onde nossa original sede está. Um mundo chamado Jokeway Figure, pequeno, mas com grande quantidade de recursos. Daguembor não sabe da existência daquele mundo, isso é uma imensa vantagem, entende?
   - Daguembor...?
   Wen olhou para ele como se Idan estivesse esquecido de quem era. Sacudiu a cabeça e revirou os olhos.
   - Esqueci que você é noob no assunto, heheh. – ele pôs as mãos nos bolsos. Pararam em frente à uma escada, que descia em forma circular - É aqui que nos jogamos pelo espaço que as escadas dão no meio para o outro mundo, Idan! – ele deu uma risada.
   - Falando assim parece que é bobagem. – Liza resmungou. Falando assim parece que é a coisa mias normal do mundo, Idan pensou. – Não dê ouvidos para esse palhaço. – ela disse, apontando com o polegar para Wen. Virou-se, e viu que Aishley e Rion já haviam ido.
   - Como é que... Eu... Ern... – Idan apontou com a cabeça para a escada e depois para o joelho.
  - Simples: Eu te jogo! – Wen falou e pegou Idan pelo torso. O menor começou à debater-se e isso arrancou risadas de Liza.
   - Eu sei fazer isso sozinho, para! Me larg... – Liza arrancou as muletas das mãos dele e deu espaço para Wen descer alguns degraus e simplesmente larçar Idan lá em baixo como se fizessem isso todos os dias. E ainda por cima, limpou uma mão na outra com uma expressão relachada, fazendo graça.
  - Idiota! – ela aproximou-se dele, dando um tapa no braço do tal. Parou de rir em um suspiro e jogou as 2 muletas de uma vez.
   - Você parece aquela nojenta da Barbie rindo – ele se virou para ela, que fez careta pra ele. – Mas eu amo ela do mesmo jeito, é tão irritante que chega à ser engraçado! – ele riu. Liza beliscou e torceu com força a orelha dele, fazendo-o soltar um ‘ai’ alto – Tá, tá, parei, parei!
   - Olá casalzinho do ano! – um jovem da idade deles e da altura de Wen aproximou-se, andando bem rápido. Era ruivo com olhos verdes, e usava um terno totalmente rasgado e sujo de sangue. Segurava o blazer apoiado no ombro com a mão – Já foram? Logo vão trazer aquela cachorrinha com o vírus da raiva.
   - Eaí, Sirius! – ao contrário de Liza, Wen pareceu não ter achado ruim pelo o comentário do ruivo. Eles se cumprimentaram com um ‘toca aqui’. – Como foi lá? Muita rasgação de calcinha?
   - Nem.te.conto. – Sirius imitou uma voz de menina e fingiu arrumar o “longo e louro cabelo com chapinha barata”.

   - Aght! Vamos logo! – Liza se meteu entre os dois, e empurrou-os, indo em seguida.


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~CONTINUA~ TANDANDANDAAAN

E então, críticas positivas ou negativas? Elogios? Zoações? Explain nos comentários \/

Fico por aqui! Até mais pessoal, já já a terceira e última parte (masnãomenosimportante)! Um beijo eaté lá, fui!~




4 comentários:

  1. Nem.te.conto.amiga! <--- Lolitos <---
    Pobre Ian, tá mais perdido que uma agulha num palheiro -q
    Hummm *aquela carinha* shippo Weliz -nn
    Gosti, quero.o.próximo.amiga ~

    ~Aguardando

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  2. @Ana Carollina

    AUHEAUEHAUE Pior que é verdade, tadinho ;u;

    Mas já estão surgindo ships? Vou ir devagar com o andor porque o santo é de barro )o) AHEUHAEAUAH

    Já.já.terá.amiga~~

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  3. UFQ é oficialmente a melhor fanfic aleatória do mundo! :3
    Bem, Ian deve estar "meio" confuso, né? :v Me ri mais do que devia com a parte do "Tarado" xD
    Esperando o próximo!

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    Respostas
    1. AAAAAWN <3 Brigada sualinda *u*

      Idan <3 Ele se acostuma~

      HUEHUE Quem não?

      Até ~~

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