Estou aqui para postar o capítulo 1 da UFQ (Uma Fanfic Qualquer), só para vocês verem como está 'u'
Leitor(a) Diwo: Mas por que Fanfic, Titia Kairi?
Porque a história também se passa em mundos de animes, jogos e etc, por isso fanfic; Fan = Fã e Fic = Fiction, ficção~
O capítulo é meio grandinho
Well, espero que gostem~
Uma
Fanfic
Qualquer ~ Capitulo 1- Uma Falha Fatal
Uma fria manhã de sábado, céu branco, chuviscos e brisas suaves na cidade de Beleuchtung. Eram 6:30 da manhã quando Idan acordou. Quem é Idan? Quem vai protagonizar esse capítulo, oras. Jovem, cabelos e olhos negros e lisos, óculos e inteligente, até demais. O típico nerd.
Ele iria visitar o Centro Nacional de
Ciências Tecnológicas (C.N.C.T) com sua turma da universidade. Iria completar
18 anos logo, e já sabe a carreira que irá tomar.
- Cientistas anotam tudo de novo o que
descobrem. Por isso, anotem suas descobertas no caderno, de preferência com
caneta azul ou preta. – o instrutor falou no ônibus. Idan se acomodou ao fundo,
perto da janela. Sentou-se do seu lado uma garota de pele clara, sardas e
cabelo marrom com olhos verdes. Ela segurava uma pasta preta, onde obviamente
guardava suas anotações. Ela olhou para Idan, e o jovem sorriu.
- Oi! – Idan disse
- Olá! – ela sorri de volta, mas logo se
vira para a frente para escutar o resto das orientações.
~x~
O ônibus parou quando eles estavam em uma
estrada, repleta de árvores com suas folhas coloridas de amarelo âmbar
refletindo ao sol na beirada. O que parecia um imenso campus se estendia na lateral
da estrada, com um chafariz lindo ao centro e pequenos espaços com grama e flores
ao redor do monumento. A C.N.C.T era simplesmente enorme e fascinante. Era
igual aquelas de jogos futuristas.
A porta do ônibus abriu-se e os alunos
saíram um por um. Idan foi um dos últimos à sair, seguido da garota que sentara
ao seu lado. Eles seguiam o instrutor, que falava das origens da C.N.C.T, algo
que absolutamente nenhum dos que estavam presentes se importavam, resultando em
conversas paralelas baixinhas.
Rion permanecia calado, com os pensamentos
distantes, imaginando como seria lá dentro. Ele estava descendo as escadas para
o acesso do jardim da frente quando soa um grande sinal, extremamente alto, que
forçou todos á tamparem os ouvidos com força.
- Que isso?? – uma voz feminina parecia
estar desesperada.
Gritos altos vindos de dentro do prédio
atraiu todos os olhares possíveis.
Foi então que as portas de vidro da entrada
principal explodiram. Uma jovem alta, pele pálida e cabelos repicados brancos
saia de lá segurando uma espécie de arma de fogo misturada com espada. Usava o uniforme do exército; o chapéu parecido com os de policiais dos USA, uma camisa branca e gravata preta por baixo de um casaco de manga comprida com algumas medalhas e uma calça beges. Ela estava com uma bota de couro até um pouco acima do tornozelo, e a calça estava por baixo dela. Os olhos dela eram roxos e refletiam uma luz
quase cegante. O seu olhar não tinha o mínimo de piedade.
Ela parou os olhos em Rion. O jovem engoliu
em seco e recuou alguns passos, subindo os degraus. Ela andou lentamente para frente e apontou a arma em direção a
ele, atirando.
O som do disparo e a do concreto das escadas
e do chão sendo dissipados foram as únicas coisas à se ouvir.
Uma poeira subiu.
Idan abriu lentamente os olhos. Havia sido
jogado longe, mas não acertado. Ele tossiu e sentiu uma fincada em seu joelho
direito, mas ignorou. Estava muito ocupado paralisado vendo o sangue no chão
de seus colegas de classe.
Ele ouviu passos.
Ela estava vindo.
Ele fez o máximo que conseguiu para se
levantar, mas a única coisa que fez foi tirar o peito do chão, se apoiando nos
dois braços. Olhando para o lado ele viu a jovem. Ela estava parada. A única
coisa que ele conseguiu claramente mesmo sem os óculos ver foram os pés e os
olhos da tal, que reluziam e deixavam um rastro roxo claro quando ela se
movimentava. O resto a poeira tampava.
Preso no olhar da tal, ele não conseguia se
mover. Finalmente conseguiu respirar quando ouviu uma voz, dizendo:
- Impeçam-na! Ela vai destruir a cidade!
- Ou o mundo todo.
Idan sentiu um forte puxão em seu braço, e
foi praticamente arrastado para longe dali. Mesmo com os pedidos para solta-lo,
quem o puxava continuava. O joelho dele doía e ele gritou quando foi atirado ao
chão. Logo se viu dentro da C.N.C.T. Por dentro ela era absurdamente enorme,
toda revestida de vidro e com pilastras estilo romano, cor de azul ciano quase
transparentes. Tinha 2 escadas, uma à direita e outra à esquerda, que subiam
para o mesmo andar que, debaixo da grande abertura, havia catracas que levavam
para um elevador, para o acesso dos andares subterrâneos. No centro havia sofás
e tapetes luxuosos, como se fossem uma espécie de sala de espera. Havia quadros
que tinham um efeito de terem sido colocados por dentro do vidro, mostrando uma
espécie de linha do tempo da construção e das conquistas da organização.
- Você está ferrado, garoto. – a jovem se
virou para ele. Ela tinha cabelos longos e ruivos e vestia um terno. Em uma mão
ela segurava uma katana e na outra uma peruca. Aparentemente havia se
disfarçado de um dos funcionários para estar ali.
Idan só tremeu os lábios, numa tentativa
falha de falar algo.
- Nervosismo de primeira viagem, você já já
se acostumará com essa bagunça, novato.
– ela pronunciou mais alto a última palavra, reforçando a ideia que quis passar. Isso ecoou na cabeça do menor, que engoliu em seco.
- Novato? – repetiu. Só de pensar que
imaginou o mesmo que ela, sua ama tremeu.
- Bem vindo à E.L.P.I, Escolhidos para a
Linha de Proteção Intermundial. Ou simplesmente Elite, você que sabe. – ela deu
um sorriso de lado, nada simpático como Idan esperava soar. Ele ficou paralisado olhando para ela, tentando processar as informações, mas seus
pensamentos foram interrompidos pela mesma – Vai ficar aí caído sem fazer nada?
Colabora, cara!
- T-tá. – gaguejou, levantando com
dificuldade – O que eu vou fazer?
- Qualquer coisa, apenas não fique aqui. Que
você sofra traumatismo craniando, mas não pode morrer. – séria, ela correu em
direção às portas de vidro, que agora só restavam a armação de metal. Os
barulhos de cacos se quebrando à medida que ela avançava era nítido e ecoava
por todo o lugar. Idan pode ouvir ela gritar algo, e depois barulho de tiros. A
jovem correu, a cerâmica que pisava se quebrada à cada passo que dava, mas não
era o peso dela ou algo assim. Eram tiros da de cabelo branco. Quando
finalmente se viu sozinho com o prédio vazio, olhou para os lados, dando um
giro de 360° procurando alguém ou algum lugar. Logo, alguém o gritou, fazendo-o
voltar o olhar para as catracas do elevador, que estavam bem longe à sinal.
- Idan, aqui!!! – uma voz feminina disse.
Uma garota de óculos vermelhos e cabelos marrons claros, da mesma cor dos
olhos, estava acenando para ele. Ela usava roupas de colegial, parecia uma daquelas estudantes do Japão. Ela tinha um fone no ouvido direito. Ao seu lado, um homem
de cadeira de rodas, cabelos castanhos e olhos verdes folha seca o fitava. Ele
usava um terno bem formal e largas costeletas.
Idan correu em direção à eles, manco, como
se fossem sua única salvação - e eram - quase ficando surdo pelos barulhos estrondosos perturbadores do lado de fora que pareciam ficar mais altos pelo eco do local.
Quando finalmente os alcançou, ele se apoiou com as duas mãos em uma grade que
dava em sua cintura, arfando.
- Você cansa à toa, wow. – ela comentou, com
as duas sobrancelhas arqueadas.
- Quem são vocês? – perguntou, ignorando-a
completamente.
- Sua nova família. – o homem respondeu,
rispidamente. Idan virou-se para ele quase de imediato, engasgando. Arregalou
os olhos só de pensar nessa possibilidade, que ele torcia para que seja
nenhuma. Ou melhor; ele torcia para ser acordado pelo despertador irritante,
que ele odiava, novamente no seu quarto sem graça para retomar sua vida sem
graça e saber que tudo foi um sonho. Se isso acontecesse, ele beijaria o
despertador.
- Olha, não adianta encarar a gente com
olhar de menina que viu o bofe beijando outro cara. – bufou, quase rindo da
própria “piada”, se é que aquilo fosse uma – Siga-nos se não quiser ser decapitado. – virou-se, indo em direção ao elevador junto com o cadeirante.
Idan ficou abismado por perceber que aquela cadeira de rodas tinha um controle
no lugar onde se apoia o braço (sim, a palavra me escapou agora).
Vendo que eles já estavam indo, Idan foi
acompanha-los, mas antes ele tinha que passar pela catraca. Melhor dizendo: Ele
devia pular pela catraca.
- Merda... – resmungou. Totalmente sem jeito
e com o joelho latejando, ele passou a primeira perna. Sucesso. Quando passou a
segunda, a esquerda, sentiu uma fincada no joelho, que estava o apoiando. Ele
caiu para o lado de dentro, por pouco não bateu partes inadequadas no ferro, o
que fez ele suspirar de alívio. Olhou para cima e viu uma mão estendida, era a
da garota que acabara de “conhecer”. Não hesitou em pega-la e levantar-se. De
uma maneira gentil, ela passou o braço dele pelo pescoço, ajudando-o à andar.
- À propósito, - ela sorriu – meu nome é
Aishley.
Logo, os 3 estavam no elevador, descendo e
descendo andares.
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E então? Gostaram? Críticas negativas ou positivas? Deixe tudo o que você pensou nos comentários, isso ajuda muito!! ^^
Beijo pessoal~ Até maaaais *3*


EITCHÁ, O FORNINHO CAIU! )O) Hadftlpas ~
ResponderExcluirMenina de cabelo branco e olhos que brilham... Hum, tem um *probrema* vindo aê. Pobre Idan, mas até yoy preferiria meu despertador -q (pense no toque mais chato do mundo! D:)
Eu gosti, quero mais *u*
~Aguardando
amo fanfics! eu até faço algumas lá no social spirit só que e do genero sasusaku :3 continua
ResponderExcluirps: amo personagens de acabelo branco kkksei lá eles ficam bem fofofs nos animes
@Ana_Carolina
ResponderExcluirTodas as meninas de cabelo branco e olhos brilhantes causam treta ;u; Sempre assim
Eu também ;-; Acorda de uma vez por um som igual o de um trovão de baixo do seu travesseiro </3
Já já a 2² parte~
@Ágatha_Cavalcante
ResponderExcluirNaruto, hm? AUHE
Verdade =3 Kanade, Inu Yasha, por aí vai~
Continuarei~