Wild World - Histórias: Uma Fanfic Qualquer: Capítulo 1 - Parte III (ALELUIA)

21 agosto, 2015

Uma Fanfic Qualquer: Capítulo 1 - Parte III (ALELUIA)

SE LEMBRAM DE MIM AINDA? ;u;

Pessoas, esse capítulo não vai ter notas finais pois eu estou com MUITA PRESSA pra escrever o post onde explicarei tudo o que aconteceu! Essa parte tá enorme! E eu ainda não sei se tô de castigo, tô postando porque ninguém comentou mais no assunto e... tá :v

Então aproveitem e me assassinem nos comentários ;u;/

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- Sabem o que têm que fazer. – Rion continuou olhando para frente quando os outros se entreolharam. Liza foi a primeira à disparar na frente do grupo, subindo rapidamente as escadas, seguida de Wen, Alicia e Asusa. Rion deu um longo suspiro e olhou para o céu – Conseguiremos, amigos. – sussurrou sozinho.

~x~

   Você mudou, Evelyn. Você foi a culpada da carnificina.
   Você pode estar poderosa, mas, quando o tempo passar
   Ficará com gosto de ferrugem na boca
   Hà de te trazerem de volta
   Você não fez por querer
   Mas mesmo assim, a culpa será eternamente sua.
   Você é um monstro, não merece ver a luz do dia
   Queremos o teu mal
   Por isso falamos, não queremos que você fique em perigo
   Você é a nossa flor, lembre-se que é muito amada, te amamos, incondicionalmente
   Então não volte, não se dê esse trabalho
   Pela a luz da lua
Que brilha, iluminando o dia
E com muito ódio
   Mamãe e Papai.

~x~

   - Viktor cuidará de você, Idan, não posso ficar aqui, tenho que fazer meus deveres na Central. – Aishley ajudou Idan à deitar-se na maca – Juro que volto assim que puder.
   - Quem é Viktor? –Idan fechou com força os olhos, que doíam só de ver alguma claridade.
    - O médico principal. – a garota se afastou.
    - Certo... Obrigado, mesmo. – Idan sorriu.
    - Denada! – Aishley também. Logo, ela saiu dali, adentrando corredores, indo para o banheiro.
    No caminho, sentiu ser puxada pelo o braço. Virou rapidamente para trás, e uma figura fez um movimento rápido, imobilizando a jovem na parede, que ficou paralizada por aqueles olhos azuis gelados que a fitavam. A respiração dela quase parou quando ele colocou uma faca em sua barriga.
   - Onde ela está? – a voz dele era doce, mas ao mesmo tempo rude.
   - Eu não sei doque você está falando. – respondeu, trêmula. Ele apertou um pouco a faca, que estava prestes à corta-la.
   - Sim, você sabe. A falha fatal.
   - A menina que capturamos para estudos? – o jovem concordou – Ela está no prédio E, no 3º andar à essa hora para exames.
    - Em que sala? – ele estava nervoso, falando entredentes.
    - A droga da sala é todo o andar. Agora me solta, pelo o amor de...
   - Você já me disse tudo o que queria, agora é inútil. – interrompendo-a, ele enfiou a faca na barriga dela, e tirou-a, rapidamente se afastando e deixando o corpo de Aishley cair ao chão. Limpou a faca nos longos cabelos da menina e foi-se embora correndo, para buscar seu alvo.
   O que ele não sabia é que estava sendo filmado.
~x~

   “- Hey, Liza, está na escuta?”
    - Sim, estou Vicent. – Liza disse,em frente ao seu computador ao colega que coletou informações da jovem albina anônima que assassinou a equipe da C.N.C.T via Skype. Estaria em sua sala, com várias pastas e papéis em sua mesa. Sua sala era simples, mas era grande, tinha 3 fileiras de armários de arquivos de 1 metro e meio se estentendo até o final da sala atrás de Liza e sua mesa. As janelas estavam fechadas pelas cortinas de PVC em tiras, o que tornava o ambiente escuro, a única luz que existia era a do moderno computador e dos olhos vermelhos de Liza. O ambiente estava fresco pelo o ar-condicionado e a jovem bebia café em uma caneca de uma banda indie – A base de Beleuchtung foi parcialmente destruida, você sabe, não é?
   “- Sim, sei. Ainda hoje enviarão profissionais para a recuperação.”
   - Okay. E então, passa os dados?
    “ –Ah, sim, ern... Até o que se sabe no momento, é isso:” – ele teclou algumas coisas e um documento PDF surgiu na área de trabalho da tal – “- Leia aí e imprima. Tudo foi baseado no documento que achamos antes das modificações que ela sofreu na C.N.C.T. Coloquei atualizações.”

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Nome: Evelyn Urie
Outros Nomes: Até o momento, GRM-160.
Nacionalidade:  Americana (Boston, Massachusetts, EUA). Aos 15 anos, mudou-se para
Beleuchtung, Alemanha.
Raça: Humana. Atualizada: Metade robô.
Status: 
Ativa
Características Psicológicas: Sociopata controlada por remédios. Vicio em jogos eletrônicos.
Características Físicas: Morena de olhos verdes e cabelos marrons opacos curtos e repicados. Atualizada: Olhos roxos, pele pálida, cabelos brancos totalmente repicados longos, franja.
Ocupação: Nenhuma
Parentes Conhecidos:
Pai (morto)- Jean Sierre Urie {Ex-Coronel do Exército dos Estados Unidos da América}
Mãe (morta) – Anne Jane Lower Urie {Enfermeira}
Irmão (morto) – Leston Urie {Nenhuma ocupação}
Avó (sem dados) – Nome desconhecido {Desconhecido}
Mais informações:
Venceu no torneio mundial da MLG, levando U$ 150.000,00 para casa, por ter ganhado em 1º lugar em uma partida de Call of Duty: Black Ops 2.

Atualização:
Poderes: Pelo o que sabe-se pelos relatos, super força, pode lançar uma espécie de luz destruidora indefinida pelas mãos, capacidades de rápida locomoção e dominadora de armas de fogo e artes marciais.
Equipamentos: Foi achada uma arma de fogo parecida com uma espingarda de cano cortado misturada com uma espada. Atira-se 4 balas de prata de uma vez e é muito afiada. Pode-se usar munição de escopeta, pistola, shotgun, sniper e  metralhadora até o momento. Pintada de preto. Chamada de: Gunblade-444

   - Wow, tenso. – Liza disse, ao acabar de ler.
   “- Não é? O mais interessante é que ela sofreu um acidente de carro com os pais, ela foi a única que sobreviveu, e ficou entre a vida e a morte em um hospital. Você sabe que a C.N.C.T. trabalha 24 horas por dia de segunda à segunda, certo?”
    - Certo. – Liza parecia nem estar dando muito ouvidos para Vicent. Com apenas um clique, o documento já saiu impresso na impressora do lado do computador.
   “- Você - e o resto do mundo - também sabe que a C.N.C.T. estava à procura de uma pessoa entre 10 e 20 anos gravemente ferida para fazer a experiência Roboticis Angelus. Veja; a Evelyn foi a cobaia perfeita.”
    - Estou ouvindo. – quando acabou de arrumar o documento em uma gaveta, deu um pouco de atenção para Vicent.
    “- O único problema foi que, na conclusão da circurgia, na hora de ligar o aparelho para receber e enviar sinais aos computadores da C.N.C.T., ela retomou a ‘consciência’.” – Vicent fez aspas com os dedos.
   - Mas ela não é sociopata? Sociopatas medem seus atos. Isso é comportamento de pessoa em crise de psicopatia! O que deu nela?
   “- É isso que minha equipe está tentando responder.” – Vicent ficou um pouco de banda, para Liza poder ver pela câmera ao fundo um grupo de pessoas que pareciam cirugiões em volta de uma moderna cama de cirurgias, e um homem ao lado escrevendo no computador tudo o que lhe é passado. Acomodando-se novamente na cadeira, Vicent disse – “- Temos 2 teorias: Ou as modificações em seus órgãos e ossos mexeram com seu equilíbrio psicológico, ou ela era assim e não colocaram na ficha, sei lá.”
   - Entendi. Então... A Roboticis Angelus foi um sucesso?
   “- Tirando isso tudo que aconteceu... Sim, foi. Ela continua viva e está praticamente geneticamente alterada. Você tem ideia do que isso significa para a ciência em todos os sentidos?” – Vicent sorriu de lado.
   - Sim, tenho. – Liza retribuiu o sorriso.
   Vicent abriu a boca para falar algo, mas foi interrompido por um alarme que apitou simuntâneamente em todos os prédios.
   “Invasão no Prédio E” repetia. O computador de Liza desligou, juntamente com qualquer outro eletrônico que contém acesso à internet ou via satélite. Ela não assustou-se; isso era uma boa medida de segurança contra atentados de hackers. Antes de se levantar e correr para a porta, pegou o documento de Evelyn na gaveta, dobrando-o e colocando no bolso, por segurança. Ela saiu rapidamente da sala, descendo para o térreo pelas escadas, junto com outros funcionários, já que os elevadores estavam interditados. Quando acabou de descer o último degrau, correu até as entradas, onde viu Rion entrando no hospital. Não pensou duas vezes para correr o mais rápido que pôde para lá também, afinal, Idan precisava de suporte.
   Enquanto isso, no prédio E, Vicent levantou-se e correu até sua equipe.
   - O que faremos? – uma mulher baixinha perguntou, em choque.
   - Certifiquem-se que ela não acordará tão cedo e saiam daqui o mias rápido possível. – ele olhou para todos ali, que fizeram o que ele pediu. Cada um examinou o status de Evelyn pelos aparelhos, e tiraram seus jalecos e luvas. Vicent andou na frente do grupo até à porta das escadas, mas, antes mesmo dele conseguir tocar a maçaneta, a porta voou contra ele e os demais que estavam atrás. O mesmo jovem que assassinou brutalmente Aishley havia acabado de arrombar com apenas um chute a porta de chumbo. Ele entrou, correndo até Evelyn, e arrancando todas as agulhas e tomadas dela, desligando todos os aparelhos. Vicent tentou empurrar a pesada porta com as pernas, mas só quando outros dois colegas repetiram o ato, conseguiram tira-la de cima deles. Vicent foi o primeiro à levantar-se, com dificuldades, e ver o que acabara de acontecer.
   O que arrombara a porta deu leves tapas nas bochechas de Evelyn, repetindo alto seu nome, tentando, numa tentativa falha, acorda-la. Vicent logo berrou:
   - O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?! FICOU LOUCO?! ELA PODE ACORD... – Vicent foi interrompido por uma faca atirada pelo outro que atravessou seu pescoço, logo, caiu para trás, morto. Seus colegas ficaram em choque ao ver tal cena.
   - Vocês são idiotas por querer conter o poder dessa garota para estudos. Acham que irão conseguir fazer algo assim também? Não foram os médicos que fizeram isso. Foi Trinna, a Constelação dos Cativos, quem concedeu a mesma benção, ou maldição, aos seus principais soldados, se assim posso dizer. Evelyn foi também iluminada. E vocês não servem para nada agora. – aproximando-se lentamente dos pesquisadores, que ainda estavam ao chão, ele sacou uma arma, e atirou em cada um dos 5. O chão e as paredes brancas da sala agora haviam belos detalhes em vermelho.
   Virando a cabeça para Evelyn, ele sorriu quando ela deu um grande suspiro e abriu lentamente os olhos.
   - Pai? Mãe?... Mano? – a voz dela não passava de um fiapo.
   - Evelyn, se lembra de mim? – o jovem aproximou-se, bem lentamente.
~x~
   Liza seguiu Rion até o 2º andar. Tomou fôlego e finalmente o berrou. Ele virou a cabeça buscamente para trás e fez um sinal para ela ir com ele. Assim Liza fez.
   Chegando no local onde Idan estava, Rion chamou-o, acordando-o do profundo sono que estava. Confuso, disse:
  - Viktor tratou e engessou meu joelho e eu dormi. Mas o que aconteceu? – Idan cossou os olhos.
   - Uma invasão no Prédio E. Vim te chamar pois é perigoso. – respondeu, visivelmente com raiva. Liza pegou as muletas e entregou-as à Idan.
   - Devemos ir ver Vicent? – perguntou.
  - Não. Iremos encontra-lo no campus, com certeza. Apenas venham comigo, isso logo logo será resolvido pelos guardas.
   - Certo. – Liza foi logo atrás de Rion para a saída.
   Quando eles já estavam nos corredores, Liza parou, ficando para trás, enquando os outros dois continuaram o caminho, mas não tardaram para parar também.
   - O que foi, Liza? – Idan olhou para ela.
   - Sinto cheiro de... Sangue. – os olhos vermelhos dela ficaram opacos.
   - Sangue? Aqui? – Rion fez uma expressão confusa, mas ao mesmo tempo apavorada.
   - Ela consegue fazer isso, senhor? – o moreno virou-se para o cadeirante – Sentir cheiros assim?
   - Sim. Faro aguçado é uma das excelentes habilidades dela. – Idan ficou surpreso, mas logo tornou a voltar a atenção para a ruiva, que correu na frente.
   - Venham comigo! – ela disse, e assim os dois fizeram. Alguns poucos segundos se passaram, até Liza parar derrepente em uma curva. Idan viu uma placa na parece indicando que lá é onde ficam os banheiros, bem no final do corredor onde estavam. Quando os dois chegaram até onde Liza estava, ficaram paralisados, assim como a garota estava.
   Ela gritou o nome de Aishley, inrreconhecível pela a poça de sangue que banhava-a. A jovem ajoelhou ao lado da amiga, não se importando se sua calça jeans ficaria manchada. Aishley já estava fria, jogada bruscamente na frente da porta do toilet feminino.
   Idan foi o mais afetado. Ele sempre tivera pavor e nojo de sangue, e vomitou. Rion apenas olhou aquela cena, aterrorizado.
   - Não... – foi a única coisa que conseguiu falar. Um sussuro trêmulo de terror. Idan andou rapidamente para trás e virou a esquina, e lá vomitou mais ainda.
   - Temos que sair daqui, ir para o campus, avisar alguém! – Liza disse entre soluços. As lágrimas não tinham fim. Rion fez uma expressão pensativa por alguns isntantes, e disse:
   - Cada passo do desgraçado foi filmado. Vamos para sala principal. Numa situação dessas, você tem a minha permissão para o usar o teletransporte.
   - Certo. – ela levantou-se. Caminhou à frente, virando a esquina e ficando ao lado de Idan. Rion à seguiu, de modo que os 3 ficassem lado a lado. Idan olhou confuso.
   - O que foi? – ele limpou a boca.
   - Verá. – Liza disse. Algumas lágrimas ainda caiam. Idan teve pena. Sabia como era perder alguém tão querido. Dói.
   - Não chore. – disse, como consolação. A jovem olhou para ele, e sorriu. Idan era uma pessoa bondosa. Uma das únicas que restam. Rion viu a cena, e sorriu para si mesmo.
   - Obrigada. – ela levantou as duas mãos, algo cor de vinho e preto irradiava delas. Logo uma luz os envolveu, e eles apareceram em menos de um segundo em uma sala parecida com as de telemarketing, mas bem mais moderna, com um computador enorme na frente, ocupando quase toda a parede. Idan ficou maravilhado; sempre amara a tecnologia.
   - Ai.meu.Deus.– ele não piscava, o que o fez lacrimejar.
   - Não chore. – dessa vez foi Liza quem falou, colocando a mão no ombro dele, rindo. Olhando para ela, ele riu também.
   - Sem perda de tempo. – Rion foi rapidamente à frente. Idan quis segui-lo, mas Liza não permitiu. O cadeirante pegou um microfone e disse:
   - O corpo de nossa domadora Aishley foi encontrado em frente aos banheiros do hospital. Puxem as imagem das câmeras para vermos de quem se trata. Isso é uma ordem. – segundos depois de pronunciar-se, um homem que estava moxendo com alguns arquivos em sua mesa na frente, largou tudo e correu para o computador principal, e as imagens apareceram quase instantâneamente. Todos parecuam surpresos e chocados. Pode-se ouvir algumas pessoas chorando.
   - Aishley era querida. – supôs Idan.
   - Muito. – Liza abaixou a cabeça. Mas levantou-a novamente quando o vídeo começou.
   Aishley andava, quando atrás dela surgiu um garoto que puxou-a, prendendo-a na parede. Mas pelo o ângulo da câmera não deu para ver o rosto do indivíduo. Foi rápido, e no segundo seguinte Aishley estava no chão e o jovem correu.
   As imagens foram interrompidas por outras da câmera da sala em que Vicent estava trabalhando. Pôde-se ver sangue no chão e paredes. O mesmo garoto que matara Aishley estava agora conversando com Evelyn.
   - Ativa o áudio, ativa o áudio! – Rion repetiu sem tirar os olhos da tela. O homem concordou e agora dava para ouviu o diálogo.
   “- Nunca vi você em minha vida.” – Evelyn disse. – “- Foi você quem matou-os?” – ela apontou para os corpos ao chão, com o rosto sem expressão nenhuma. Algo repugnante.
   “- Quem mais seria?” – ele arqueou as sombrancelhas.
   - Filho da p***... – Idan ouviu Liza resmungar, entredentes, com  as duas mãos sobre a boca, atordoada. O moreno sentiu-se um pouco enjoado ao ver mais sangue, mas ignorou.
   “ – Hm.”
   “ – Talvez você não se lembre de mim. Existe 99,9% de chances de você não se lembrar. Mas, smepre vale a tentativa.” – ele colocou as mãos na cintura, suspirou, e se aproximou de Evelyn. Ela recuou um pouco com a cabeça. – “- Calma, eu não mordo.” – brincou. Mas ela continuou inexpressiva. – “- Meu nome é Scott. Mas prefiro ser chamado de Harvey, que é meu segundo nome.” – ele ignorou a tentativa falha de fazê-la sorrir.
   “ – Okay, legal, f***-se.” – disse, simplesmente.
   “ – Nossa, que tiro no meu peito!” – riu. Evelyn não achou nenhuma graça; e realmente não tinha. – “ – O ponto é que... Eu sou seu ex-namorado. De quando tinhamos 15 anos. Lembra?” – Evelyn finalmente teve alguma expressão estampada em seu rosto: Surpresa. Ele sorriu. – “ – Você se lembra! Evelyn eu...” – ele foi interrompido. Por um soco na cara. Isso o fez rolar até o meio da sala.
   “ – VAGABUNDO! Eu sofri todos esses 4 anos depois que você desapareceu! Por que fez isso comigo? Qual é o motivo? Mas eu também não quero saber porque NADA justifica. E o que você está fazendo? Virou punk pra raspar os lados da cabeça e jogar o cabelo todo pro lado? Ridículo, como você sempre foi. Virou mercenário? Matador de aluguel? Não morreu ainda? QUE PENA.” – ela levantou-se bruscamente, junto com Harvey.
   “ – Eu posso explicar!”
   “ – Não me venha com esse clássico ‘Eu posso explicar, calma!’! Calma o caramba! – ela levantou a mão, mostrando o dedo do meio.
   “ – EU FUI SEQUESTRADO!” – ele berrou, em fim, com lágrimas nos olhos. – “ – Me arrancaram de meus pais para eu fazer parte de uma mafia traficante de armas e munições, cujo a real central fica em Boston. Depois fui transferido para um grupo terrorista na alemanha. Em uma cidade perto de Beleuchtung. É a famosa Cicada-3301... E eu estou aqui para levar você também, querida.” – ele aproximou-se dela, para pegar sua mão. Mas ela recuou.
   “ - NÃO me chame de querida!” – ela gritou.
   “ – Evelyn.” – ele disse, seco, entredentes.
   Os dois foram interrompidos com soldados que invadiram a sala. Todos com armaduras futuristas e bem-armados.
   “ – Parados!” – o da frente gritou. Evelyn levantou as duas mãos, em sinal de redenção. Harvey virou-se para ela, desapontado.
   “ – Você já se entregou?... Você mudou muito, Evelyn.” – ele abaixou o olhar. A albina franziu a testa, confusa. Assustou-se e deu um passo rápido para trás quando Harvey pareceu apenas um borrão ao avançar contra os soldados. Ela ficou impressionada pela velocidade absurda que ele tinha. Não tardou para ele acabar com todos, sem mesmo estar arfando, como ela imagina que ficaria.
   Ele puxou o ar e abriu a boca para falar algo, mas, assim que olhou para cima, viu que havia uma câmera, filmando cada segundo. Soltou o ar. Pulou na parede à direita, para pegar impulso com a perna destra para avançar na câmera e arranca-la. Não tardou para o vídeo que Idan assistia sair do ar e a tela apagar-se.
   - O que faremos? –Alicia empurrou Liza para o lado, para que pudesse ver Rion. Idan nem percebeu a chegada do resto do pessoal, já que estava vidrado na tela.
   - Não deixem Harvey escapar. – Rion falou alto, lentamente, para que ficasse claro. E ficou. Muito.
  

Continua...


4 comentários:

  1. KAIRI DIVOSA VC VOLTOU!!! ~)O)~
    *pula em vc, morde, aperta, suga o sangue, aperta as bochechas*
    Nhaim! ><

    PUTZ, MAN! Harvey DESGRAÇADO! MATOU A Asheley ;-; (só eu que lembrei de Resident Evil 4? Hehe e-e/apanha -q)
    ~Le eu imaginando essas tecnologias
    Ain, eu ñ sei se ficaria desesperada vendo tanto sangue ou se vomitava Ashuashuashuashuas :v

    Estoy extremamente feliz pelo post c:
    Mucho loko, continua! XD!

    ~Aguardando

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    1. FDP mesmo ;-;

      AIN ;u; LINDAW

      Eu pirava @-@ Chama o Edward~

      Obrigada <3

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  2. Tinha saudades de UFQ ;A; E de você também, claro! :D *abraça*
    Harvey, você tem de aprender a levar um "não", meu filho e.e
    Um grupo terrorista? Poderes? Ai ai, man, preciso do próximo!
    Vá lá, Rion, comanda as tropas! HEUHUEHEU
    XD Esperando o próximo! *senta e pega pipoca*

    P.S.: Fiquei aos pulinhos quando vi "Wild World" no painel do Blogger! :P

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    1. Verdade u.u

      SAI HITLER

      nao, pera

      esqueci o nome do lazarento

      O GENERAL SAIU DA TUMBA HUE

      Aiw ;u; *hug*

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