Pessoas, esse capítulo não vai ter notas finais pois eu estou com MUITA PRESSA pra escrever o post onde explicarei tudo o que aconteceu! Essa parte tá enorme! E eu ainda não sei se tô de castigo, tô postando porque ninguém comentou mais no assunto e... tá :v
Então aproveitem e me assassinem nos comentários ;u;/
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-
Sabem o que têm que fazer. – Rion continuou olhando para frente quando os
outros se entreolharam. Liza foi a primeira à disparar na frente do grupo,
subindo rapidamente as escadas, seguida de Wen, Alicia e Asusa. Rion deu um
longo suspiro e olhou para o céu – Conseguiremos, amigos. – sussurrou sozinho.
~x~
Você
mudou, Evelyn. Você foi a culpada da carnificina.
Você pode estar poderosa, mas, quando o
tempo passar
Ficará com gosto de ferrugem na boca
Hà de te trazerem de volta
Você não fez por querer
Mas mesmo assim, a culpa será eternamente
sua.
Você é um monstro, não merece ver a luz do
dia
Queremos o teu mal
Por isso falamos, não queremos que você
fique em perigo
Você é a nossa flor, lembre-se que é muito
amada, te amamos, incondicionalmente
Então não volte, não se dê esse trabalho
Pela a luz da lua
Que brilha,
iluminando o dia
E com muito
ódio
Mamãe e Papai.
~x~
-
Viktor cuidará de você, Idan, não posso ficar aqui, tenho que fazer meus
deveres na Central. – Aishley ajudou Idan à deitar-se na maca – Juro que volto
assim que puder.
- Quem é Viktor? –Idan fechou com força os
olhos, que doíam só de ver alguma claridade.
- O médico principal. – a garota se
afastou.
- Certo... Obrigado, mesmo. – Idan sorriu.
- Denada! – Aishley também. Logo, ela saiu
dali, adentrando corredores, indo para o banheiro.
No caminho, sentiu ser puxada pelo o braço.
Virou rapidamente para trás, e uma figura fez um movimento rápido, imobilizando
a jovem na parede, que ficou paralizada por aqueles olhos azuis gelados que a
fitavam. A respiração dela quase parou quando ele colocou uma faca em sua
barriga.
- Onde ela está? – a voz dele era doce, mas
ao mesmo tempo rude.
- Eu não sei doque você está falando. –
respondeu, trêmula. Ele apertou um pouco a faca, que estava prestes à corta-la.
- Sim, você sabe. A falha fatal.
- A menina que capturamos para estudos? – o
jovem concordou – Ela está no prédio E, no 3º andar à essa hora para exames.
- Em que sala? – ele estava nervoso,
falando entredentes.
- A droga da sala é todo o andar. Agora me
solta, pelo o amor de...
- Você já me disse tudo o que queria, agora
é inútil. – interrompendo-a, ele enfiou a faca na barriga dela, e tirou-a,
rapidamente se afastando e deixando o corpo de Aishley cair ao chão. Limpou a
faca nos longos cabelos da menina e foi-se embora correndo, para buscar seu
alvo.
O que ele não sabia é que estava sendo
filmado.
~x~
“- Hey, Liza, está na escuta?”
- Sim, estou Vicent. – Liza disse,em frente
ao seu computador ao colega que coletou informações da jovem albina anônima que
assassinou a equipe da C.N.C.T via Skype. Estaria em sua sala, com várias
pastas e papéis em sua mesa. Sua sala era simples, mas era grande, tinha 3
fileiras de armários de arquivos de 1 metro e meio se estentendo até o final da
sala atrás de Liza e sua mesa. As janelas estavam fechadas pelas cortinas de
PVC em tiras, o que tornava o ambiente escuro, a única luz que existia era a do
moderno computador e dos olhos vermelhos de Liza. O ambiente estava fresco pelo
o ar-condicionado e a jovem bebia café em uma caneca de uma banda indie – A
base de Beleuchtung foi parcialmente destruida, você sabe, não é?
“- Sim, sei. Ainda hoje enviarão
profissionais para a recuperação.”
- Okay. E então, passa os dados?
“ –Ah, sim, ern... Até o que se sabe no
momento, é isso:” – ele teclou algumas coisas e um documento PDF surgiu na área
de trabalho da tal – “- Leia aí e imprima. Tudo foi baseado no documento que
achamos antes das modificações que ela sofreu na C.N.C.T. Coloquei
atualizações.”
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Nome: Evelyn Urie
Outros Nomes: Até o momento, GRM-160.
Nacionalidade: Americana (Boston, Massachusetts, EUA). Aos 15 anos, mudou-se para Beleuchtung, Alemanha.
Raça: Humana. Atualizada: Metade robô.
Status: Ativa
Outros Nomes: Até o momento, GRM-160.
Nacionalidade: Americana (Boston, Massachusetts, EUA). Aos 15 anos, mudou-se para Beleuchtung, Alemanha.
Raça: Humana. Atualizada: Metade robô.
Status: Ativa
Características Psicológicas: Sociopata controlada por
remédios. Vicio em jogos eletrônicos.
Características Físicas: Morena de olhos verdes e
cabelos marrons opacos curtos e repicados. Atualizada:
Olhos roxos, pele pálida, cabelos brancos totalmente repicados longos,
franja.
Ocupação: Nenhuma
Parentes Conhecidos:
Pai (morto)- Jean Sierre Urie {Ex-Coronel do Exército dos
Estados Unidos da América}
Mãe (morta) – Anne Jane Lower Urie {Enfermeira}
Irmão (morto) – Leston Urie
{Nenhuma ocupação}
Avó (sem dados) – Nome
desconhecido {Desconhecido}
Mais
informações:
Venceu no torneio mundial da
MLG, levando U$ 150.000,00 para casa, por ter ganhado em 1º lugar em uma
partida de Call of Duty: Black Ops 2.
Atualização:
Poderes: Pelo o que sabe-se pelos
relatos, super força, pode lançar uma espécie de luz destruidora indefinida
pelas mãos, capacidades de rápida locomoção e dominadora de armas de fogo e
artes marciais.
Equipamentos: Foi achada uma
arma de fogo parecida com uma espingarda de cano cortado misturada com uma
espada. Atira-se 4 balas de prata de uma vez e é muito afiada. Pode-se usar
munição de escopeta, pistola, shotgun, sniper e metralhadora até o momento. Pintada de preto.
Chamada de: Gunblade-444
- Wow, tenso. – Liza disse, ao acabar de
ler.
“- Não é? O mais interessante é que ela
sofreu um acidente de carro com os pais, ela foi a única que sobreviveu, e
ficou entre a vida e a morte em um hospital. Você sabe que a C.N.C.T. trabalha
24 horas por dia de segunda à segunda, certo?”
- Certo. – Liza parecia nem estar dando
muito ouvidos para Vicent. Com apenas um clique, o documento já saiu impresso
na impressora do lado do computador.
“- Você - e o resto do mundo - também sabe
que a C.N.C.T. estava à procura de uma pessoa entre 10 e 20 anos gravemente
ferida para fazer a experiência Roboticis Angelus. Veja; a Evelyn foi a cobaia
perfeita.”
- Estou ouvindo. – quando acabou de arrumar
o documento em uma gaveta, deu um pouco de atenção para Vicent.
“- O único problema foi que, na conclusão
da circurgia, na hora de ligar o aparelho para receber e enviar sinais aos
computadores da C.N.C.T., ela retomou a ‘consciência’.” – Vicent fez aspas com
os dedos.
- Mas ela não é sociopata? Sociopatas medem
seus atos. Isso é comportamento de pessoa em crise de psicopatia! O que deu
nela?
“- É isso que minha equipe está tentando
responder.” – Vicent ficou um pouco de banda, para Liza poder ver pela câmera
ao fundo um grupo de pessoas que pareciam cirugiões em volta de uma moderna
cama de cirurgias, e um homem ao lado escrevendo no computador tudo o que lhe é
passado. Acomodando-se novamente na cadeira, Vicent disse – “- Temos 2 teorias:
Ou as modificações em seus órgãos e ossos mexeram com seu equilíbrio
psicológico, ou ela era assim e não colocaram na ficha, sei lá.”
- Entendi. Então... A Roboticis Angelus foi
um sucesso?
“- Tirando isso tudo que aconteceu... Sim,
foi. Ela continua viva e está praticamente geneticamente alterada. Você tem
ideia do que isso significa para a ciência em todos os sentidos?” – Vicent
sorriu de lado.
- Sim, tenho. – Liza retribuiu o sorriso.
Vicent abriu a boca para falar algo, mas foi
interrompido por um alarme que apitou simuntâneamente em todos os prédios.
“Invasão
no Prédio E” repetia. O computador de Liza desligou, juntamente com
qualquer outro eletrônico que contém acesso à internet ou via satélite. Ela não
assustou-se; isso era uma boa medida de segurança contra atentados de hackers.
Antes de se levantar e correr para a porta, pegou o documento de Evelyn na
gaveta, dobrando-o e colocando no bolso, por segurança. Ela saiu rapidamente da
sala, descendo para o térreo pelas escadas, junto com outros funcionários, já
que os elevadores estavam interditados. Quando acabou de descer o último
degrau, correu até as entradas, onde viu Rion entrando no hospital. Não pensou
duas vezes para correr o mais rápido que pôde para lá também, afinal, Idan
precisava de suporte.
Enquanto isso, no prédio E, Vicent
levantou-se e correu até sua equipe.
- O que faremos? – uma mulher baixinha
perguntou, em choque.
- Certifiquem-se que ela não acordará tão
cedo e saiam daqui o mias rápido possível. – ele olhou para todos ali, que
fizeram o que ele pediu. Cada um examinou o status de Evelyn pelos aparelhos, e
tiraram seus jalecos e luvas. Vicent andou na frente do grupo até à porta das
escadas, mas, antes mesmo dele conseguir tocar a maçaneta, a porta voou contra
ele e os demais que estavam atrás. O mesmo jovem que assassinou brutalmente
Aishley havia acabado de arrombar com apenas um chute a porta de chumbo. Ele
entrou, correndo até Evelyn, e arrancando todas as agulhas e tomadas dela,
desligando todos os aparelhos. Vicent tentou empurrar a pesada porta com as
pernas, mas só quando outros dois colegas repetiram o ato, conseguiram tira-la
de cima deles. Vicent foi o primeiro à levantar-se, com dificuldades, e ver o
que acabara de acontecer.
O que arrombara a porta deu leves tapas nas
bochechas de Evelyn, repetindo alto seu nome, tentando, numa tentativa falha,
acorda-la. Vicent logo berrou:
- O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO?! FICOU LOUCO?!
ELA PODE ACORD... – Vicent foi interrompido por uma faca atirada pelo outro que
atravessou seu pescoço, logo, caiu para trás, morto. Seus colegas ficaram em
choque ao ver tal cena.
- Vocês são idiotas por querer conter o
poder dessa garota para estudos. Acham que irão conseguir fazer algo assim
também? Não foram os médicos que fizeram isso. Foi Trinna, a Constelação dos
Cativos, quem concedeu a mesma benção, ou maldição, aos seus principais
soldados, se assim posso dizer. Evelyn foi também iluminada. E vocês não servem
para nada agora. – aproximando-se lentamente dos pesquisadores, que ainda
estavam ao chão, ele sacou uma arma, e atirou em cada um dos 5. O chão e as
paredes brancas da sala agora haviam belos detalhes em vermelho.
Virando a cabeça para Evelyn, ele sorriu
quando ela deu um grande suspiro e abriu lentamente os olhos.
- Pai? Mãe?... Mano? – a voz dela não
passava de um fiapo.
- Evelyn, se lembra de mim? – o jovem
aproximou-se, bem lentamente.
~x~
Liza seguiu Rion até o 2º andar. Tomou
fôlego e finalmente o berrou. Ele virou a cabeça buscamente para trás e fez um
sinal para ela ir com ele. Assim Liza fez.
Chegando no local onde Idan estava, Rion
chamou-o, acordando-o do profundo sono que estava. Confuso, disse:
- Viktor tratou e engessou meu joelho e eu
dormi. Mas o que aconteceu? – Idan cossou os olhos.
- Uma invasão no Prédio E. Vim te chamar
pois é perigoso. – respondeu, visivelmente com raiva. Liza pegou as muletas e
entregou-as à Idan.
- Devemos ir ver Vicent? – perguntou.
- Não. Iremos encontra-lo no campus, com
certeza. Apenas venham comigo, isso logo logo será resolvido pelos guardas.
- Certo. – Liza foi logo atrás de Rion para
a saída.
Quando eles já estavam nos corredores, Liza
parou, ficando para trás, enquando os outros dois continuaram o caminho, mas
não tardaram para parar também.
- O que foi, Liza? – Idan olhou para ela.
- Sinto cheiro de... Sangue. – os olhos
vermelhos dela ficaram opacos.
- Sangue? Aqui? – Rion fez uma expressão
confusa, mas ao mesmo tempo apavorada.
- Ela consegue fazer isso, senhor? – o moreno
virou-se para o cadeirante – Sentir cheiros assim?
- Sim. Faro aguçado é uma das excelentes
habilidades dela. – Idan ficou surpreso, mas logo tornou a voltar a atenção
para a ruiva, que correu na frente.
- Venham comigo! – ela disse, e assim os
dois fizeram. Alguns poucos segundos se passaram, até Liza parar derrepente em
uma curva. Idan viu uma placa na parece indicando que lá é onde ficam os
banheiros, bem no final do corredor onde estavam. Quando os dois chegaram até
onde Liza estava, ficaram paralisados, assim como a garota estava.
Ela gritou o nome de Aishley, inrreconhecível
pela a poça de sangue que banhava-a. A jovem ajoelhou ao lado da amiga, não se
importando se sua calça jeans ficaria manchada. Aishley já estava fria, jogada
bruscamente na frente da porta do toilet feminino.
Idan foi o mais afetado. Ele sempre tivera
pavor e nojo de sangue, e vomitou. Rion apenas olhou aquela cena, aterrorizado.
- Não... – foi a única coisa que conseguiu
falar. Um sussuro trêmulo de terror. Idan andou rapidamente para trás e virou a
esquina, e lá vomitou mais ainda.
- Temos que sair daqui, ir para o campus,
avisar alguém! – Liza disse entre soluços. As lágrimas não tinham fim. Rion fez
uma expressão pensativa por alguns isntantes, e disse:
- Cada passo do desgraçado foi filmado.
Vamos para sala principal. Numa situação dessas, você tem a minha permissão
para o usar o teletransporte.
- Certo. – ela levantou-se. Caminhou à
frente, virando a esquina e ficando ao lado de Idan. Rion à seguiu, de modo que
os 3 ficassem lado a lado. Idan olhou confuso.
- O que foi? – ele limpou a boca.
- Verá. – Liza disse. Algumas lágrimas ainda
caiam. Idan teve pena. Sabia como era perder alguém tão querido. Dói.
- Não chore. – disse, como consolação. A
jovem olhou para ele, e sorriu. Idan era uma pessoa bondosa. Uma das únicas que
restam. Rion viu a cena, e sorriu para si mesmo.
- Obrigada. – ela levantou as duas mãos,
algo cor de vinho e preto irradiava delas. Logo uma luz os envolveu, e eles
apareceram em menos de um segundo em uma sala parecida com as de telemarketing,
mas bem mais moderna, com um computador enorme na frente, ocupando quase toda a
parede. Idan ficou maravilhado; sempre amara a tecnologia.
- Ai.meu.Deus.– ele não piscava, o que o fez
lacrimejar.
- Não chore. – dessa vez foi Liza quem
falou, colocando a mão no ombro dele, rindo. Olhando para ela, ele riu também.
- Sem perda de tempo. – Rion foi rapidamente
à frente. Idan quis segui-lo, mas Liza não permitiu. O cadeirante pegou um
microfone e disse:
- O corpo de nossa domadora Aishley foi
encontrado em frente aos banheiros do hospital. Puxem as imagem das câmeras para
vermos de quem se trata. Isso é uma ordem. – segundos depois de pronunciar-se,
um homem que estava moxendo com alguns arquivos em sua mesa na frente, largou
tudo e correu para o computador principal, e as imagens apareceram quase
instantâneamente. Todos parecuam surpresos e chocados. Pode-se ouvir algumas
pessoas chorando.
- Aishley era querida. – supôs Idan.
- Muito. – Liza abaixou a cabeça. Mas
levantou-a novamente quando o vídeo começou.
Aishley andava, quando atrás dela surgiu um
garoto que puxou-a, prendendo-a na parede. Mas pelo o ângulo da câmera não deu
para ver o rosto do indivíduo. Foi rápido, e no segundo seguinte Aishley estava
no chão e o jovem correu.
As imagens foram interrompidas por outras da
câmera da sala em que Vicent estava trabalhando. Pôde-se ver sangue no chão e
paredes. O mesmo garoto que matara Aishley estava agora conversando com Evelyn.
- Ativa o áudio, ativa o áudio! – Rion
repetiu sem tirar os olhos da tela. O homem concordou e agora dava para ouviu o
diálogo.
“- Nunca vi você em minha vida.” – Evelyn
disse. – “- Foi você quem matou-os?” – ela apontou para os corpos ao chão, com
o rosto sem expressão nenhuma. Algo repugnante.
“- Quem mais seria?” – ele arqueou as
sombrancelhas.
- Filho da p***... – Idan ouviu Liza
resmungar, entredentes, com as duas mãos
sobre a boca, atordoada. O moreno sentiu-se um pouco enjoado ao ver mais
sangue, mas ignorou.
“ – Hm.”
“ – Talvez você não se lembre de mim. Existe
99,9% de chances de você não se lembrar. Mas, smepre vale a tentativa.” – ele
colocou as mãos na cintura, suspirou, e se aproximou de Evelyn. Ela recuou um
pouco com a cabeça. – “- Calma, eu não mordo.” – brincou. Mas ela continuou
inexpressiva. – “- Meu nome é Scott. Mas prefiro ser chamado de Harvey, que é
meu segundo nome.” – ele ignorou a tentativa falha de fazê-la sorrir.
“ – Okay, legal, f***-se.” – disse,
simplesmente.
“ – Nossa, que tiro no meu peito!” – riu.
Evelyn não achou nenhuma graça; e realmente não tinha. – “ – O ponto é que...
Eu sou seu ex-namorado. De quando tinhamos 15 anos. Lembra?” – Evelyn
finalmente teve alguma expressão estampada em seu rosto: Surpresa. Ele sorriu.
– “ – Você se lembra! Evelyn eu...” – ele foi interrompido. Por um soco na
cara. Isso o fez rolar até o meio da sala.
“ – VAGABUNDO! Eu sofri todos esses 4 anos
depois que você desapareceu! Por que fez isso comigo? Qual é o motivo? Mas eu
também não quero saber porque NADA justifica. E o que você está fazendo? Virou
punk pra raspar os lados da cabeça e jogar o cabelo todo pro lado? Ridículo,
como você sempre foi. Virou mercenário? Matador de aluguel? Não morreu ainda?
QUE PENA.” – ela levantou-se bruscamente, junto com Harvey.
“ – Eu posso explicar!”
“ – Não me venha com esse clássico ‘Eu posso
explicar, calma!’! Calma o caramba! – ela levantou a mão, mostrando o dedo do
meio.
“ – EU FUI SEQUESTRADO!” – ele berrou, em
fim, com lágrimas nos olhos. – “ – Me arrancaram de meus pais para eu fazer
parte de uma mafia traficante de armas e munições, cujo a real central fica em
Boston. Depois fui transferido para um grupo terrorista na alemanha. Em uma
cidade perto de Beleuchtung. É a famosa Cicada-3301... E eu estou aqui para
levar você também, querida.” – ele aproximou-se dela, para pegar sua mão. Mas
ela recuou.
“ - NÃO me chame de querida!” – ela gritou.
“ – Evelyn.” – ele disse, seco, entredentes.
Os dois foram interrompidos com soldados que
invadiram a sala. Todos com armaduras futuristas e bem-armados.
“ – Parados!” – o da frente gritou. Evelyn levantou
as duas mãos, em sinal de redenção. Harvey virou-se para ela, desapontado.
“ – Você já se entregou?... Você mudou
muito, Evelyn.” – ele abaixou o olhar. A albina franziu a testa, confusa.
Assustou-se e deu um passo rápido para trás quando Harvey pareceu apenas um
borrão ao avançar contra os soldados. Ela ficou impressionada pela velocidade
absurda que ele tinha. Não tardou para ele acabar com todos, sem mesmo estar
arfando, como ela imagina que ficaria.
Ele puxou o ar e abriu a boca para falar
algo, mas, assim que olhou para cima, viu que havia uma câmera, filmando cada
segundo. Soltou o ar. Pulou na parede à direita, para pegar impulso com a perna
destra para avançar na câmera e arranca-la. Não tardou para o vídeo que Idan
assistia sair do ar e a tela apagar-se.
- O que faremos? –Alicia empurrou Liza para
o lado, para que pudesse ver Rion. Idan nem percebeu a chegada do resto do
pessoal, já que estava vidrado na tela.
- Não deixem Harvey escapar. – Rion falou
alto, lentamente, para que ficasse claro. E ficou. Muito.


KAIRI DIVOSA VC VOLTOU!!! ~)O)~
ResponderExcluir*pula em vc, morde, aperta, suga o sangue, aperta as bochechas*
Nhaim! ><
PUTZ, MAN! Harvey DESGRAÇADO! MATOU A Asheley ;-; (só eu que lembrei de Resident Evil 4? Hehe e-e/apanha -q)
~Le eu imaginando essas tecnologias
Ain, eu ñ sei se ficaria desesperada vendo tanto sangue ou se vomitava Ashuashuashuashuas :v
Estoy extremamente feliz pelo post c:
Mucho loko, continua! XD!
~Aguardando
FDP mesmo ;-;
ExcluirAIN ;u; LINDAW
Eu pirava @-@ Chama o Edward~
Obrigada <3
Tinha saudades de UFQ ;A; E de você também, claro! :D *abraça*
ResponderExcluirHarvey, você tem de aprender a levar um "não", meu filho e.e
Um grupo terrorista? Poderes? Ai ai, man, preciso do próximo!
Vá lá, Rion, comanda as tropas! HEUHUEHEU
XD Esperando o próximo! *senta e pega pipoca*
P.S.: Fiquei aos pulinhos quando vi "Wild World" no painel do Blogger! :P
Verdade u.u
ExcluirSAI HITLER
nao, pera
esqueci o nome do lazarento
O GENERAL SAIU DA TUMBA HUE
Aiw ;u; *hug*